Carência é o tempo que você espera, depois de contratar, pra usar cada tipo de cobertura. É previsto em lei e serve pra equilibrar o plano — mas tem prazos máximos definidos pela ANS que nenhuma operadora pode ultrapassar.
Os prazos máximos da ANS
- Urgência e emergência: até 24 horas.
- Consultas, exames e a maioria dos procedimentos: até 180 dias.
- Parto a termo: até 300 dias.
- Doenças e lesões preexistentes: pode haver cobertura parcial temporária de até 24 meses para procedimentos de alta complexidade ligados àquela condição.
Cada operadora pode oferecer prazos menores que esses — o teto é da ANS, mas dá pra negociar pra baixo.
Urgência e emergência: o que muda
Mesmo dentro da carência, urgência (acidentes) e emergência (risco imediato à vida) têm atendimento garantido em 24 horas. Ou seja: contratou hoje, está coberto pra uma emergência amanhã.
Dá pra reduzir a carência?
Sim, em muitos casos:
- Aproveitamento de carência (portabilidade): ao trocar de plano dentro das regras da ANS, você pode levar a carência já cumprida no plano anterior.
- Compra/redução de carência: algumas operadoras reduzem ou zeram prazos em campanhas ou por perfil (empresarial, por exemplo).
O detalhe importa muito aqui — trocar de plano na hora errada pode fazer você recomeçar a carência do zero. Antes de mudar, vale conversar com um consultor.
Como a Salud ajuda
A gente confere, pro seu caso, quais operadoras oferecem menor carência e se dá pra aproveitar a do plano atual. Faça sua cotação online e, se quiser, um consultor humano analisa a carência antes de você decidir — sem custo e sem compromisso.
